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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Tijolo Ecológico

em quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012


Como horta fica charmoso também. o Tijolo ecológico e ideias diversas.
 Para os amantes da natureza e da boa alimentação, ter uma horta é essencial. Mas como montar uma dentro do apartamento?
Claro que nós te ensinamos.
O primeiro e mais básico passo, claro, é escolher onde ela será montada e garantir que seja instalada num local ensolarado, pois as hortaliças precisam receber, no mínimo, cinco horas de luz solar por dia. Procure colocar sua horta em janelas ou perto delas como a da cozinha, varanda ou sacada.
Onde plantar também é importante. Procure fazê-lo em vasilhames, de jardineiras a jarros com volume mínimo de 1 litro. Outra boa sacada é aderir a onda sustentável e usar garrafas PET de 2 litros cortadas ao meio. Detalhe: nunca esquecer de furar embaixo para a drenagem da água, senão sua horta vai morrer afogada.
Depois, prepare o solo. O melhor é comprar a terra pronta que já vem com o pH ideal e com matéria orgânica, nitrogênio, fósforo e potássio.
Para sua hortinha de apartamento escolha sabiamente, não adianta querer plantar cenoura. Escolha as hortaliças com raízes curtas, como alface, coentro, cebolinha, salsa, pimentão e couve-folha, ou até frutas de pequeno porte, como tomate-cereja e morango. Pesquise o espaçamento ideal de cada planta para que ela cresça sem atrapalhar a outra.
No começo, regue três vezes por dia até que a semente germine ou a muda pegue. Depois, basta uma rega diária, de preferência pela manhã.
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Construir Ecologicamente

em terça-feira, 14 de fevereiro de 2012


EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NA CONSTRUÇÃO

Orientação

O Sol é uma fonte de luz que pode e deve ser aproveitada em casa. A orientação do edifício deverá estar optimizada para as diferentes estações do ano. O objectivo de uma boa orientação do edifício é receber grande incidência de calor no Inverno e evitar a sua entrada durante o Verão. A fachada principal dos edifícios deve estar
direccionada para sul (convenientemente protegida para evitar a entrada de sol no Verão) e deverá conter a maior área de envidraçados. A parte da casa virada a norte deve apresentar o mínimo de janelas possível, para evitar a saída de calor no Inverno.

                                                                      Isolamento

O correcto isolamento das superfícies pode reduzir até 30% do consumo de energia. Durante o Inverno, estima-se que mais de 50% da energia utilizada para o aquecimento se perde por falta de isolamento, através das paredes, tecto e soalho. O isolamento pode ser alcançado recorrendo a vários tipos de materiais e técnicas.

Coberturas: Utilize placas de poliestireno expandido, poliestireno extrudido (“roofmate”), lãs minerais (rocha e vidro), poliuretano, etc., para isolar a laje ou telhados da sua habitação;

Paredes exteriores: Na construção de uma casa aplicar sempre isolamento continuo, no interior da parede dupla ou no exterior da parede, de poliestireno expandido, poliestireno extrudido ou outro material isolante. A aplicação exterior é recomendada em remodelações de edifícios.

Pontes Térmicas: (vigas, pilares, intersecção com lajes, ombreiras de portas e janelas). Quando o isolamento é efectuado em parede dupla é necessário isolar as pontes térmicas, de modo a evitar o aparecimento de humidade e manchas de bolores localizadas, devido às condensações. Se o isolamento for contínuo pelo exterior, já não há necessidade de isolamento adicional para as pontes térmicas.

Calafetagem: Cerca de 15% da energia que se utiliza no aquecimento e arrefecimento da casa perde-se através das frinchas, neste caso isole as frinchas com fita adesiva de espuma, preparada para o efeito.

JanelasOs envidraçados são áreas sensíveis para o conforto térmico da casa, uma vez que conduzem a perdas de calor no Inverno e aquecimento da casa no Verão.

Janelas: A utilização de vidros duplos com caixilharias de baixa transmissão térmica (por exemplo PVC), pode reduzir até 50% as perdas térmicas através das janelas, bem como o ruído exterior.

Protecção solar: os envidraçados com grande exposição solar (em especial os orientados a sul), devem ter elementos de protecção, como persianas exteriores ou palas por forma a minimizar os ganhos solares no Verão e maximizar os ganhos solares no Inverno.

Fachadas envidraçadas e clarabóias: Deverão ser criadas condições para aproveitar a ventilação natural, com entradas ao nível inferior e saídas ao nível superior.

Sombra

Um correcto sombreamento evita consumos de energia desnecessários, deixando entrar o calor no Inverno e protegendo a casa dos raios solares no Verão. Coloque portadas, estores exteriores e palas ou plante árvores de folha caduca, de modo a minimizar o aquecimento no Verão, tornando a casa mais fresca e a maximizar a entrada de luz solar no Inverno. No jardim coloque arbustos nos lados mais ventosos para cortar o ar frio, tornando o aquecimento mais eficiente durante o Inverno.

                                                            Pintura

• As cores utilizadas nas fachadas e coberturas também influenciam o conforto térmico.

Seja selectivo na escolha da cor da sua casa, considerando que as cores claras não absorvem tanto calor como as cores mais escuras. Enquanto uma fachada branca pode absorver apenas 25% do calor do sol, a mesma fachada, pintada com cor preta pode absorver o calor do sol em 90%. Deste modo as cores claras reflectem melhor a luz e diminuem a necessidade de iluminação artificial.

• Mas caso viva numa zona muito fria, é mais eficiente utilizar tons mais escuros.

• Prefira tintas de água às de base solvente.

Dicas para uma casa ecológica:

• O lado Norte da casa deve ser reservado a W.C.s, arrumos, ou outras divisões que necessitem de poucas aberturas (ou mesmo nenhuma) para o exterior. É nesta orientação que se originam grandes perdas térmicas através do vidro durante a estação fria.

• As fachadas envidraçadas originam grandes ganhos térmicos na estação quente e perdas térmicas muito consideráveis durante a estação fria, o que implica sistemas de climatização adicionais para corrigir este efeito. A área de envidraçado de uma divisão não deve ultrapassar 15% da área de pavimento dessa divisão.

• Devemos também tirar partido do sol no que respeita a iluminação. Prefira divisões iluminadas naturalmente para minimizar a necessidade de iluminação artificial. Existem no mercado equipamentos de transporte de luz natural para divisões não iluminadas. Este “transformador de luz natural”canaliza a luz do exterior para o interior.

• Se o pavimento de sua casa estiver em contacto com o solo, opte por isolantes térmicos imputrescíveis e resistentes à água, ou pavimentos com caixa-de-ar e devidamente impermeabilizados para evitar perdas térmicas ou outras patologias associadas através do solo.

• A renovação do ar interior é muito importante para que se mantenham as condições de salubridade interior nos edifícios. Uma casa insuficientemente ventilada poderá gerar humidade através dos vapores que se formam, afectando o conforto ou mesmo a saúde dos habitantes. Verifique se as caixilharias possuem dispositivos que permitem a ventilação.

• Se vai construir a sua casa, adopte uma forma rectangular, pois as formas em L, T ou U aumentam o número de paredes exteriores, que ficam expostas ao frio do Inverno.

• Proteja as portas de entrada em casa com portas interiores, formando halls de entrada que dificultam a entrada do frio ou do calor na casa.

• Posicione a chaminé da sua lareira numa parede interior, de modo a que o calor gerado não se perca e seja conservado no interior da casa.

• Dê especial importância aos materiais utilizados, preferindo os de baixo impacte ambiental, não só na sua produção, mas também ao longo da sua vida útil. Informe-se sobre o poder de reutilização ou reciclagem dos materiais utilizados na sua casa.

• É importante escolher materiais homologados e/ou com marcação CE e, nos casos mais importantes, solicitar os certificados de conformidade de acordo com as especificações aplicáveis, emitidos por entidades idóneas e acreditadas, seguindo as instruções dos fabricantes para a aplicação dos mesmos.

APLICAÇÃO DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS NA CONSTRUÇÃO

Colectores Solares Térmicos

É um dos sistemas mais acessíveis para aquecer a água. No Kit a instalar, para além dos colectores solares, é incluído um acumulador que tem a função de armazenar água quente. Estes equipamentos captam a energia do Sol e transformam-na em calor, permitindo poupar até 70% da energia necessária para o aquecimento da água.

Principais Aplicações:

• Produção de Água Quente Sanitária (AQS), para uso doméstico, hospitais, hotéis, etc.

• Aquecimento de piscinas

• Aquecimento e arrefecimento ambiente

• Produção de água a elevadas temperaturas destinada a uso industria

                                                            Painéis Solares Fotovoltaicos

Estes painéis constituem uma das mais promissoras formas de aproveitamento da energia solar. Através de células fotovoltaicas, a energia contida na luza do Sol é convertida em energia eléctrica. Podem ser utilizados em locais isolados, sem rede eléctrica, ou como sistemas ligados à rede.

Principais Aplicações:

• Electrificação remota: actualmente uma das principais aplicações da energia fotovoltaica é a possibilidade de fornecer energia eléctrica a lugares remotos.

• Sistemas autónomos: Bombagem de água para irrigação, sinalização, alimentação de sistemas de telecomunicação, etc.

• Integração em edifícios: a integração de módulos fotovoltaicos na envolvente dos edifícios (paredes e telhados) é uma aplicação recente, podendo representar reduções de custos construtivos e energéticos. A energia produzida em excesso pode ser vendida à companhia eléctrica, e quando existem insuficiências, esta pode ser comprada.

Sistemas de Aquecimento a Biomassa

A Biomassa subentende o aproveitamento da matéria orgânica (madeira, produtos e resíduos agrícolas, resíduos florestais, resíduos animais, resíduos de alimentos; resíduos sólidos, plantas aquáticas e algas, etc.). Em casa, pode ser utilizada em sistemas de aquecimento representando significativas vantagens económicas e ambientais.

                                                       Micro-turbinas Eólicas

As micro-turbinas eólicas são sistemas accionados pela energia do vento para produzir electricidade. Embora as micro-turbinas eólicas mais comuns sejam colocadas no terreno, existem umas de pequena dimensão que podem ser aplicadas no topo das habitações. Podem significar uma redução do consumo de electricidade de 50% a 90%.

                                                   Bombas de Calor Geotérmico

Este sistema aproveita o calor do interior da Terra para aquecimento ambiente.
Relativamente às caldeiras convencionais, as bombas de calor geotérmico actuam como máquinas de transferência de calor. No Inverno absorvem o calor da Terá e transportam-no para o interior da casa. No Verão funcionam como ar condicionado, retirando o calor que está instalado dentro de casa para refrigerá-lo no solo.

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

HONORÁRIOS DE UM PROFISSIONAL EM ARQUITETURA

em quinta-feira, 5 de janeiro de 2012


TABELA DE HONORÁRIOS do SINDICATO DOS ARQUITETOS E URBANISTAS NO ESTADO DE SÃO PAULO
Valores atualizados em fevereiro de 2011

APRESENTAÇÃO

A Referência de Preços para Serviços de Arquitetura do SASP foi elaborada com o objetivo de facilitar a elaboração de orçamentos de projetos, facilitando a vida dos profissionais, em particular daqueles que não dispõem de estruturas específicas para apropriação de custos ou que têm dificuldades em apropriá-las pessoalmente.

Para a elaboração da Referência de Preços para Serviços de Arquitetura, o SASP partiu para a definição do valor da HORA TÉCNICA, construída a partir do piso salarial definido na legislação que serve de parâmetro para a categoria, ditada pela Lei 4.950 a de 1966 que determina o Salário Mínimo Profissional. Com esta HORA TÉCNICA fica fácil para cada profissional ou escritório ajustar os preços de seus serviços em função das variações específicas de cada realidade (custo indireto). Basta neste caso apropriar o número de horas necessárias a cada uma das etapas de trabalho que pretende desenvolver.

A Referência de Preços para Serviços de Arquitetura do SASP é também, ajustada às novas leis de competição de mercado, tendo-se em vista que os preços não são iguais: considera variações de custo de cada profissional, ditado pelos custos que têm para desenvolver o seu trabalho.

Alguns órgãos públicos têm desenvolvido detalhes e memoriais padronizados, que resultam projetos com escopo significativamente reduzido e racionalizado. Nesses casos, permite que os interessados em contratar serviços de arquitetura, possam solicitar com escopos diferentes para cada situação específica. Obtém-se, assim, maior objetividade nas avaliações de preços ofertados, combinados com escopo dos serviços.

DA METODOLOGIA

A metodologia de cálculo adotada nas Referencias do SASP partiram da contribuição do Arquiteto Walter Maffei, que permite que cada profissional determine seus preços a partir dos custos específicos de sua estrutura de trabalho.

Ela requer que cada colega aproprie os seus tempos médios assim como de outros profissionais (coordenadores, seniores, plenos, juniores, projetistas, desenhistas, estagiários, secretárias, “boys” e outros) envolvidos na elaboração de cada tipo de documento (implantação; plantas do andar tipo, do subsolo, do térreo; cortes longitudinais ou transversais; fachadas frontais, laterais e posteriores; memoriais descritivos, quantitativos, justificativos; vistorias para levantamentos; elaboração de detalhes construtivos, dos componentes e dos elementos; perspectivas de interiores, exteriores, etc, etc, etc.), os custos indiretos do escritório (aluguel, impostos indiretos, manutenção do escritório, comercialização, secretária, contador, depreciação de equipamentos e mobiliário, etc, etc, etc.), adicione os custos diretos de cada projeto (material de desenho, disquetes, plotagens, transportes, locomoções, diárias, etc, etc, etc.), aplique sobre os custos da mão-de-obra os encargos sociais (previdência social, fundo de garantia por tempo de serviço, repouso semanal, férias, auxílio-enfermidade, licença-paternidade, 13º salário, etc, etc, etc.), adicione os impostos diretos, lucro e, finalmente, os custos financeiros.

Na realidade, essa metodologia não é diferente da elaborada na formação do preço de qualquer outro serviço ou mercadoria. Alguns escritórios de projeto, do mesmo modo que algumas empresas comerciais ou industriais, apropriam constantemente seus custos e ajustam periodicamente sua produtividade melhorando a qualidade de seus produtos e/ou serviços para se manterem competitivos no mercado.

A adoção desta metodologia, no entanto, tem sido difícil, particularmente pelos profissionais com pouca experiência administrativa. De outro modo, freqüentemente os arquitetos são solicitados a estimarem preços de projetos (ordem de grandeza) em contatos com clientes e, nestas situações, não dispõem de tempo ou instrumento para elaborarem todos os cálculos necessários.

A Referência de Preços para Serviços de Arquitetura do SASP adotou para os valores de remuneração dos profissionais, o calculo do valor da HORA TÉCNICA, que considera a seguinte fórmula à HT = HH (Hora Homem) x K (fator de correção do salário)
R$ 540,00 x 8,5 (conforme Lei) = R$ 4.590,00 - Salário Mínimo Profissional.

Cálculo da HH – HORA HOMEM

Para que o profissional autônomo receba o equivalente ao seu colega empregado, precisamos incorporar ao salário mensal o 13º Salário, o adicional de 30% de férias e de 8% de FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).
Cálculos baseados sobre o SM de R$ 540,00. Caso hajam alterações, refazer os cálculos.
HH = Salário Mensal / 175h – número de horas médias trabalhadas por mês Salário Mensal = (SMP Salário Mínimo Profissional x 13,3) x 1,08 (FGTS) / 12 meses = R$ 5.594,23 (2011)
HH = R$ 5.594,23 / 175 = R$ = 31,40
Cálculo do fator K

K = 1 + (K1 + K2 + K3 + K4) , onde

K1 – fator relacionado aos encargos sociais
K2 – fator relacionado aos custos diretos
K3 – fator relacionado ao lucro
K4 – fator relacionado aos custos indiretos

K
Autônomo (com menos de 3 anos de formado)
Autônomo (com mais de 3 anos de formado)
K 1
Encargos sociais
INSS, ISS (Prefeitura) , Imposto de Renda, ART, CREA-SP, Contribuição Sindical Obrigatória.

0,30
INSS, ISS (Prefeitura), Imposto de Renda, Plano de saúde, Plano Odontológico, ART, CREA-SP, Contribuição Sindical Obrigatória.

De 0,30 a 0,50
K 2
Custos diretos
Aluguel, IPTU, água , luz, telefone, serviços de terceiros

0,25
Aluguel , IPTU, água , luz, telefone, serviços de terceiros

Acima de 0,25
K 3
Lucro

0,05

De 0,05 a 0,20
K 4
Custos indiretos
Transporte, Hotéis, Alimentação, Seguros


0,10
Transporte, Hotéis, Alimentação, Seguros, custos financeiros, compra de equipamento
De 0,10 a 0,25
K = 1 = K1 + K2 + K3 + K4
1,70
De 1,70 a 2,97
HT
1,70 x HT = R$ 53,381,70 a 2,97 x HT= R$ 53,38 a R$ 93,26

OBS. No caso de um profissional contratado pela CLT adota-se o K = 1,80

COMO UTILIZAR

Na elaboração de um orçamento, utilize a Referência de Preços para Serviços de Arquitetura do SASP como um “check list” para a definição do tempo destinado a cada uma das etapas de trabalho, assim como defina as etapas que irá desenvolver. Por isso não deixe de discriminar nas suas propostas o escopo completo dos serviços que você irá executar.

DIMENSIONAMENTO DE ETAPAS EM HORAS TÉCNICAS

Discriminação
Quantidade de Horas Técnicas
Remuneração Nº horas X HT) 
ESTUDO PRELIMINAR
Visita ao terreno e à Prefeitura Municipal
Estudo da legislação local
Programa e dimensionamento
Documentos e plantas
Reunião com os clientes
Sub-total do Estudo preliminar
ANTEPROJETO
Documento e plantas
Reunião com os clientes
Sub-total do Anteprojeto
PROJETO LEGAL
Documento e plantas
Memorial descritivo e requerimento
Sub-total do Projeto Legal
PROJETO EXECUTIVO
Plantas gerais
Detalhamento
Especificações de acabamentos
Quantificação de materiais
Reuniões
Sub-total do Projeto Executivo
TOTAL

TERMINOLOGIA

Estudo Preliminar: etapa destinada à concepção e à representação do conjunto de informações técnicas necessárias à compreensão da configuração inicial e aproximada da edificação podendo incluir soluções alternativas.

Anteprojeto: etapa destinada à concepção e à representação do conjunto de informações técnicas provisórias de detalhamento da edificação, necessárias ao inter-relacionamento das atividades técnicas de projeto e suficientes à elaboração de estimativas aproximadas de custos e de prazos dos serviços de obra implicados.

Projeto Legal: etapa destinada à representação do conjunto de informações técnicas necessárias à análise e aprovação, pelas autoridades competentes, da concepção da edificação e dos seus elementos com base nas exigências legais (municipal, estadual, federal) e à obtenção do alvará ou das licenças e demais documentos indispensáveis para as atividades de construção.

Projeto Executivo: etapas destinadas à concepção e à representação final do conjunto de informações técnicas da edificação, completas, definitivas e suficientes à licitação (contratação) e à execução dos serviços de obra correspondentes.


CONJUNTOS HABITACIONAIS, VERTICALIZAÇÃO, ETC.

Nos projetos de conjuntos habitacionais, ocorrem normalmente um grande número de repetições da tipologia desenvolvida, particularmente quando implantados em glebas de grandes dimensões, o que pode simplificar e reduzir o trabalho de projeto, sem, contudo reduzir outras etapas de trabalho. Neste caso se recomenda que todas as etapas sejam dimensionadas.

VARIAÇÃO DE PREÇOS EM FUNÇÃO DA COMPLEXIDADE DOS PROJETOS

A Referência de Preços para Serviços de Arquitetura do SASP considera que projetos de complexidades distintas como um Posto de Saúde ou um Galpão Industrial, possam ter a mesma área e, todavia requererem um tempo diferenciado de trabalho, o que se refletirá no seu preço final. Alem do número de documentos que podem ser diferentes, podem existir exigências legais quanto ao processo de aprovação destes projetos que vão implicar em tempos diferentes de dedicação. Em particular devem ser consideradas as horas necessárias à aprovação em órgãos de fiscalização e a inclusão de projetos complementares.

CONSULTORIAS

A Referência de Preços para Serviços de Arquitetura do SASP discrimina para o calculo de tempo um escopo dos serviços de um projeto completo de edificação. Os produtos são apresentados com preços diferentes entre uma etapa e outra. Isto ocorre, tendo em vista que a composição de horas, dos diversos profissionais envolvidos na elaboração dos diversos documentos, varia de uma etapa para outra.

Na fase de concepção dos projetos, a participação relativa de profissionais coordenadores e seniores tem um peso maior do que nas etapas finais, como no projeto executivo, quando os projetistas e desenhistas passam a ter maior peso na composição de horas.
Portanto, para você elaborar uma proposta de serviços de consultoria, utilize as reuniões ou os memoriais para orçar o preço dos serviços.

REFORMA

Nos projetos de reformas deve-se considerar os preços para os levantamentos de arquitetura, estrutura e instalações prediais. Além disso, deverão ser cobrados o conjunto de documentos necessários à elaboração dos projetos propriamente ditos. Neste caso sugere-se adotar um acréscimo mínimo de 30% ao tempo destinado a um projeto de obra nova.

FISCALIZAÇÃO DE OBRA

Os serviços de fiscalização de obra, quando executados pelo profissional deve utilizar a HT para reunião. Tanto para reunião quanto para fiscalização, o tempo é equivalente a 2 HT, sem despesas de transportes ou qualquer outro custo direto envolvido.

DICAS

I. Defina com cuidado o escopo do trabalho, identificando todas as etapas, nível de detalhamento e apresentação dos produtos finais, serviços a serem prestados, inclusive reuniões e deslocamentos, dentre outros, e necessidade de contratação de terceiros;

II. Calcule o valor dos serviços pelo método analítico, apurando-se as horas necessárias de trabalho, o envolvimento de terceiros e os custos diretos e indiretos;

III. Consulte o mercado de trabalho, tomando como referência serviços prestados anteriormente, considerando as características do contratante e o reconhecimento do seu próprio trabalho;

IV. Estabeleça um valor para o serviço, considerando os diferenciais acima, apresentando-o ao interessado por escrito, na forma de uma proposta de trabalho, abrindo uma negociação para definir o valor final.

V. Procure sempre garantir a qualidade do serviço prestado. Se o profissional cobra valores incompatíveis com o escopo do trabalho e presta um serviço de má qualidade estará correndo riscos diante do Código do Consumidor, além de prejudicar a imagem de toda a categoria;

VI. Utilize as tabelas de referência, pois estas são consultadas amplamente pelos profissionais e contribuem para estabelecer valores adequados para o mercado de trabalho; além disso, estas tabelas são registradas e servem para estabelecer valores de remuneração em disputas judiciais;

VII. Sempre faça um contrato de prestação de serviço tendo em vista que a maior parte dos problemas dos profissionais acontece devido a desentendimentos quanto ao valor da honorária x especificação dos serviços prestados.
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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Designer e ideias com tijolos ecologicos ou a vista

em segunda-feira, 7 de novembro de 2011


VANTAGENS DE SE CONSTRUIR COM O TIJOLO ECOLOGIO

Economia do custo final em até 50% da parede de tijolo ecológico em relação ao uso de tijolo 6 furos;
Diminui o tempo de construção em 30% com relação a alvenaria convencional, devido aos encaixes que favorecem o alinhamento e prumo da parede;
Estrutura - As colunas são embutidas em seus furos, distribuindo melhor a carga de peso sobre as paredes. CRIANDO UMA ESTRUTURA MUITO MAIS SEGURA!
Economia de 100% no uso de madeiras nas caixarias dos pilares, vergas e contra-vergas;
Economia de até 100% da massa de assentamento, (os tijolos modelo Tijoltec, possuem encaixe perfeito e nao necessita massa de assentamento);
Economia de 50% de ferro;
Os Tijolos Ecológicos são curados com água e sombra, diferente dos tijolos convencionais que dependem da queima de milhares de lenhas em fornos, contribuindo demasiadamente com o aquecimento global e com desmatamentos;

Durabilidade maior do que o tijolo comum, pois chega a ser até 6 x mais resistente;
Alivia o peso sobre a fundação evitando gastos desnecessários com estacas mais profundas e sapatas maiores;
Fácil acabamento. Se preferir não precisa rebocar e pintar, economizando mais ainda. Os Tijolos Ecológicos já possuem um lindo acabamento, semelhante aos tijolos aparentes, necessitando o uso de apenas um impermeabilizante a base de silicone ou acrílico, e rejunte flexível (varias cores da vedacit e votaran);
Revestimento é simples usando-se direto sobre tijolo apenas uma fina camada (2 a 3 mm) de reboco, textura, gesso ou graffiato;
O assentamento dos azulejos é direto sobre os tijolos;
Obra mais limpa e sem entulhos;


Acústica Como o tijolo ecológico possui dois furos, as paredes formam um isolamento acústico, diminuindo os ruídos provocados na rua para o interior da casa.
Isolamento Térmico (calor) – O furo dos tijolos, são importantes pois formam câmaras térmicas evitando com isso que o calor que esta do lado de fora penetre no interior da residência. Com isso a temperatura interna é inferior a externa. UMA CASA BEM FRESCA NAQUELES DIAS DE CALOR INTENSO!
Isolamento Térmico (frio) – Com o Frio acontece ao contrario, pois a temperatura da casa fica mais quente do que a externa. TEMPERATURA SEMPRE AQUECIDA NOS DIAS FRIOS!
Proteção de Umidade - Esses furos também propiciam a evaporação do ar, evitando com isso, a formação de umidade nas paredes e interior da construção, que causa danos à saúde e danos materiais.

Instalações Hidráulicas - Toda a tubulação é embutida em seus furos dispensando a quebra de paredes, como na alvenaria convencional. SEM DESPERCÍOS COM “QUEBRA-QUEBRA”!
Instalações Elétricas - Como as instalações hidráulicas, também são embutidas nos furos, dispensando conduites e caixas de luz, podendo os interruptores e tomadas serem fixados, diretamente sobre os tijolos.






































































A PRATICIDADE DESTE TIJOLO FARÁ SUA OBRA SER MUITO MAIS RÁPIDA!

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